Nunca o disse, nem sequer assumi, mas consigo ter um lado bastante monárquico, pelo simples facto de concordar com o viver uma vida de preparação para a integridade, responsabilidade, direitos, deveres, justiça, e todos esses valores que constróiem a vida, em benefício da saúde mental e de um percurso equilibrado. Este filme, só me fez reflectir um pouco mais sobre esse lado, inatingível para um comum mortal. E é bom que seja mesmo inatingível, porque não creio que haja muita gente com o mesmo poder de personalidade, para aguentar uma vida como a da Rainha, em destaque, Isabel II de Inglaterra. Gostei do filme, considero uma boa forma para que o comum dos mortais poder assim, sentir um apelo à maior compreensão do que, muitas vezes, é incompreensível! Do realizador inglês Stephen Frears, com a galardoada com Óscar de melhor actriz: Helen Mirren.
As coisas que uma pessoa aprende, com a visita aos outros blogs, logo eu que adoro os filmes de Hitchcock, e por acaso sabia dessa “obsessão” dele, em aparecer nos seus próprios filmes, quase ao estilo de “Onde está o Hitchcock???” não sabia o nome disso! Chama-se Cameo… Aprendi, no site d’ O Homem Que Sabia Demasiado.
“Ao longo de 50 anos de carreira, Hitchcock entrou em 37 dos seus filmes. Mas não como actor ou sequer como figurante. A participação nos filmes fazia-se por breves segundos e sem nunca proferir uma única palavra. Chama-se a esta peculiar forma de aparecer em filmes, cameo. E o cineasta entrou de forma muita diversa nos seus filmes: a entrar num autocarro, a ler um jornal, a passear um cão na rua, através de uma simples silhueta ou de uma fotografia no jornal. Muitos outros realizadores entraram nos seus filmes a fazerem de si próprios, mas nenhum outro utilizou o cameo de forma sistemática e obsessiva como o mestre do suspense. Hitchcock entendia o cameo como uma espécie de assinatura visual, e a cada novo filme estreado, os fãs tentavam descortinar qual o momento em que Hitch aparecia nas imagens (nem sempre era fácil). “
A Lista dos Cameos feitos por Hitchcock, encontra-se aqui!
Será que Carrie e Big vão dar, finalmente, o nó?
Poderá Samantha ficar, realmente, satisfeita com um só homem?
Ficará Charlotte, alguma vez, grávida?
Poderão Miranda e Steve, de facto, viverem felizes para sempre?
“Após anos a viver na ‘cidade’ assumi que se, algum dia, as minhas amigas e eu conseguíssemos os nossos finais como nos contos de fadas isso seria o fim da história. Mas a vida real tem sempre uma forma de nos trocar as voltas.” – Carrie Bradshaw.
Sou solteira, vitima de mim própria, não vivo em Nova York, não sou bem sucedida na vida profissional, não vivo para a moda,
tenho em comum alguma futilidade e a ambição por ser feliz, um dia, para o resto da vida!
Este é mais um para ver repetidamente, porque isso me dá prazer!!!
Acabei de navegar por um blog, onde li uma crítica severa ao filme: Expiação! Sinceramente, eu gostei, até porque ainda me deixo facilmente surpreender por tramas românticas, daquelas que fazem chorar e me dão algo para comparar os meus romances ou que me façam pensar nos que virão… é no romance, onde eu encontro beleza! Pura e simplesmente beleza! Regressando ao filme, é surpreendente no final, passando por aspectos muito reais e conducentes a consequências irreversíveis. Sem dúvida, mais um para fazer reflecter e envolver…
Joined by Love. Separated by fear. Redeem by Hope…