Este desígnio digital possibilita uma maior divulgação da fotografia, nomeadamente na impressão de novos suportes, criando assim novas linguagens e consequentemente nos públicos. É nesta perspectiva que a fotografia impressa num suporte que adquira relevo permite através do tacto, uma nova interpretação enquanto manifestação artística documental e introduz a pessoa cega no acesso à arte fotográfica. Através do tacto, sentido que adquire maior importância num invisual, a fotografia. Através do tacto, sentido que adquire maior importância num invisual, a fotografia fica disponível a todos.

A possibilidade de lado a lado, todos terem acesso à interpretação (visual e táctil) da fotografia, remete-nos para um imprescindível meio de inclusão: a proximidade entre as “diferenças”. É através do contacto directo com as pessoas que as diferenças diminuem, que os preconceitos se esvaem e onde existe a oportunidade de melhorar a qualidade de vida das pessoas com necessidades especiais. 

 

A exposição apresenta uma nova linguagem fotográfica e vai permitir às pessoas invisuais aceder à interpretação de imagens através do sentido táctil.
Estará patente no Museu da Guarda até 15 de Junho de 2008. Organizada pelo Museu da Guarda com o apoio dos Amigos do Museu da Guarda, tem o intuito de manter o contacto com o público e com os deficientes visuais onde podem apreciar a fotografia através do tacto.

Inauguração a 17 de Maio, 17h.