Jogos

baixinhaaa, 2008
Jogos de sorte, de azar, aleotórios ou viciados, passatempo ou competição. Todos jogámos, todos perdemos e ganhámos, hobby ou destrutivo. O jogo da vida, ainda que aparente ser aleatório, não se consegue explicar. O porquê de uma aleatoriedade tão abrangente, ou de uma sorte tão eficaz. Foi, naquela rua onde passo tantas vezes, onde não irei passar mais sem pensar no momento, onde nunca pensei que o meu olhar transbordasse de euforia silenciosa, pouco antes de surgir o verde no semáforo, os teus passos levaram-te para longe da minha esfera existencial. O meu olhar seguiu-te, os meus passos curtos também, um reencontro quase virtual, não fosse o bater descompassado a bombear o sangue que tu aqueceste, transmitir-me que foi real. O tempo parou, a massa de pessoas diluíram-se, só tu e a tua sombra que te seguiu por um espaço curto… Perceber que foste real, foi a prenda que me deste pelo teu aniversário.
Janeiro 26, 2008 às 7:57 pm
E todas nós acabamos por nos envolver nesses jogos, que muitas das vezes se tornam viciantes e eufóricos.
Beijão !
Janeiro 30, 2008 às 12:20 pm
Mudaste de maill? Não consigo enviar-te nada.,..
bjus
Fevereiro 6, 2008 às 5:38 pm
Pá, tu escreves mesmo bem! Nunca antes te tinha dito, mas mais vale tarde que nunca. Captaste o “momento”, tal como o captas nas fotos:)
beijo grande!